São Paulo, 24 de Agosto de 2011
“Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento.”
Clarice Lispector.
- Andando pela sala, rebolando, soltando o quadril. Ponta do pé, bem, metatarso ocupando os espaços vazios. Pare. Lentamente começe a mergulhar o corpo até o chão, deita, espreguiça, boceja, vai virando de lado e subindo lentamente. Repete o movimento. Sempre na curvatura da coluna. Trabalhar os impulsos. (10 minutos)
- Escolher um ponto original para seguir, mas existe outro ponto e outro e outro. Ficar na dúvida e escolher um. Trabalhar a dúvida, a decisão, a angustia de escolher um ponto. Abrir a coluna, abrir o externo. Essa dúvida, não precisa ser só olhar, pode ser o impulso de coluna, como se algo puxasse seu corpo. Ficar desorientado, vendo muitos pontos. Respirar. Perceber a multidão. Todos próximos. Emitir sons de desespero. Soltar palavras. Um tentando passar pelo outro. Gritaria. (metrô lotado). Abrir e volta para o espaço total da sala, o mais afastado do outro. Buscar a individualidade, longe das pessoas, (odeio as pessoas), o outro me afasta, me repele, fujo do outro. Disfarçar o sentimento de ojeriza de gente. Relaxar. Andar normal.
- Jogo. Andar, se alguém encostar em você virar estátua, se outra pessoa encostar novamente, voltar a andar. Ganha quem transformar todo mundo em estátua. Criar uma estratégia.
- Bastão. Fazer dois círculos e um bastão para cada. Abrir o círculo. Segurar o bastão no meio e jogar para o outro. Dobrar a perna e dar impulso, olhar para a pessoa que vai jogar o bastão. Concentração. (No início os dois grupos estavam bem dispersos, muito barulho e conversa. A falta de concentração era perceptível. Logo depois do bastão cair no pé da Otávia, a concentração melhorou 90% a percepção e integração do grupo)
Cada um apresentou sua partitura individual.
Letícia:
Sobretudo preto e sapato do salto alto preto. Música, caixa vermelha, pedaços de papel.
“Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento.”
Clarice Lispector.
AQUECIMENTO RENATA
- Andando pela sala, rebolando, soltando o quadril. Ponta do pé, bem, metatarso ocupando os espaços vazios. Pare. Lentamente começe a mergulhar o corpo até o chão, deita, espreguiça, boceja, vai virando de lado e subindo lentamente. Repete o movimento. Sempre na curvatura da coluna. Trabalhar os impulsos. (10 minutos)
- Escolher um ponto original para seguir, mas existe outro ponto e outro e outro. Ficar na dúvida e escolher um. Trabalhar a dúvida, a decisão, a angustia de escolher um ponto. Abrir a coluna, abrir o externo. Essa dúvida, não precisa ser só olhar, pode ser o impulso de coluna, como se algo puxasse seu corpo. Ficar desorientado, vendo muitos pontos. Respirar. Perceber a multidão. Todos próximos. Emitir sons de desespero. Soltar palavras. Um tentando passar pelo outro. Gritaria. (metrô lotado). Abrir e volta para o espaço total da sala, o mais afastado do outro. Buscar a individualidade, longe das pessoas, (odeio as pessoas), o outro me afasta, me repele, fujo do outro. Disfarçar o sentimento de ojeriza de gente. Relaxar. Andar normal.
- Jogo. Andar, se alguém encostar em você virar estátua, se outra pessoa encostar novamente, voltar a andar. Ganha quem transformar todo mundo em estátua. Criar uma estratégia.
- Bastão. Fazer dois círculos e um bastão para cada. Abrir o círculo. Segurar o bastão no meio e jogar para o outro. Dobrar a perna e dar impulso, olhar para a pessoa que vai jogar o bastão. Concentração. (No início os dois grupos estavam bem dispersos, muito barulho e conversa. A falta de concentração era perceptível. Logo depois do bastão cair no pé da Otávia, a concentração melhorou 90% a percepção e integração do grupo)
PARTITURAS INDIVIDUAIS
Letícia:
Sobretudo preto e sapato do salto alto preto. Música, caixa vermelha, pedaços de papel.
Ângela:
Quem sou eu? A do começo ao fim.
Lara
Casaco, asas, EU.
Elena
Cachecol, casaco, corre.
Henrique Antunis
Boneco, luvas, venda e lanterna.
Henrique Figueiredo
Música Cadeiras, figuras, folhas de caderno, manto preto, faca.
Thaís
Corda e um pano preto e roupas.
Mayara
Cadeira e copo.
Gerson
Garrafa de plástico, copo e casaco. Música.
Silvio
Cadeiras, garrafa.
Natália
Boneca, papel, elástico de cabelo.
André
Quem sou eu? A do começo ao fim.
Lara
Casaco, asas, EU.
Elena
Cachecol, casaco, corre.
Henrique Antunis
Boneco, luvas, venda e lanterna.
Henrique Figueiredo
Música Cadeiras, figuras, folhas de caderno, manto preto, faca.
Thaís
Corda e um pano preto e roupas.
Mayara
Cadeira e copo.
Gerson
Garrafa de plástico, copo e casaco. Música.
Silvio
Cadeiras, garrafa.
Natália
Boneca, papel, elástico de cabelo.
André
Cadeira, casaco, suco de caixinha, cobertor, óculos escuro.
Juliana Xale de oncinha, pincel.
Otávia
Medalhas, caderno, caneta, celular, brincos, colar.
William
Giz
INTERVALO
Renata:
Estamos lidando com o gênero performance, como linha de espetáculo.
1o Investigação: Eu, cena solo. 2o Investigação: Palavras que te afetam.
Já existem coisas em comum, elementos que vão surgindo que vão se conectando.
Grupos formados:
Juntar as partituras, trabalhar juntos, adaptar e criar ações coletivas juntas.
1o Grupo: Henrique, Henrique Antunes, André e Silvio.
- Retrabalhar a cena pensando em como vão unir as coisas, manter as cadeiras do Henrique,
manter violino e músicas, manter papel em branco.
- Silvio não precisa falar nenhum texto, o bêbado já está ali, dirigindo o carro, depois troca de lugar, fica óbvio.
- Fazer uma construção para fazer dos solos uma unidade.
Juliana Xale de oncinha, pincel.
Otávia
Medalhas, caderno, caneta, celular, brincos, colar.
William
Giz
INTERVALO
Renata:
Estamos lidando com o gênero performance, como linha de espetáculo.
1o Investigação: Eu, cena solo. 2o Investigação: Palavras que te afetam.
Já existem coisas em comum, elementos que vão surgindo que vão se conectando.
Grupos formados:
Juntar as partituras, trabalhar juntos, adaptar e criar ações coletivas juntas.
1o Grupo: Henrique, Henrique Antunes, André e Silvio.
- Retrabalhar a cena pensando em como vão unir as coisas, manter as cadeiras do Henrique,
manter violino e músicas, manter papel em branco.
- Silvio não precisa falar nenhum texto, o bêbado já está ali, dirigindo o carro, depois troca de lugar, fica óbvio.
- Fazer uma construção para fazer dos solos uma unidade.
2o Grupo: Lara (dor), Letícia (vazio), Ângela (se o mundo acabasse amanhã), Juliana (presente)
-Manter as asas, esse tempo frenético, tirar e colocar.
- Manter o andar e caminhar da Letícia, manter ruídos da Juliana mas sem falar alto, manter os sussurros, retrabalhar as letras que estão no corpo, trabalhar quando começa uma e termina a outra.
- Manter os papeis, procurar um grito mudo (Brecht) , toda ação e sem o som.
- Manter como som os ruídos da Juliana.
- Manter o “eu sou a A do início ao fim”, mas sem a explicação p não ficar didático.
- Manter a echarpe que representa a mulher, essa busca da mulher, um xale de oncinha uma camisa de força (simbólico).
3o Grupo: Gerson(mãe), Mayara(sexo) e Thaís(família)
- Permanece a música, o ritmo da pegada o você no final.
- Mayara, pegar o copo, querer beber, já junta no ritmo do Gerson, tirar as falas da moléculas. - Thaís, manter a frase “eu não sei”.
- Gerson manter a frase, até então.
4o Grupo: Natália (maior virtude), Otávia (vazio), Vanessa (humanidade)
- Manter, Relação com a boneca, escrever e rasgar os papeis.
- Otávia, manter as medalhas, risada desconstruída, espelho.
5o Grupo: William e Elena
- Manter giz, dia está vivo, William manter toda a performance.
- Elena não fala nada, sem texto, imagem de se enrolar toda cheia de pano, trazer p você e oferecer p público.
- Investigar o jovem e o mais velho.
-Manter as asas, esse tempo frenético, tirar e colocar.
- Manter o andar e caminhar da Letícia, manter ruídos da Juliana mas sem falar alto, manter os sussurros, retrabalhar as letras que estão no corpo, trabalhar quando começa uma e termina a outra.
- Manter os papeis, procurar um grito mudo (Brecht) , toda ação e sem o som.
- Manter como som os ruídos da Juliana.
- Manter o “eu sou a A do início ao fim”, mas sem a explicação p não ficar didático.
- Manter a echarpe que representa a mulher, essa busca da mulher, um xale de oncinha uma camisa de força (simbólico).
3o Grupo: Gerson(mãe), Mayara(sexo) e Thaís(família)
- Permanece a música, o ritmo da pegada o você no final.
- Mayara, pegar o copo, querer beber, já junta no ritmo do Gerson, tirar as falas da moléculas. - Thaís, manter a frase “eu não sei”.
- Gerson manter a frase, até então.
4o Grupo: Natália (maior virtude), Otávia (vazio), Vanessa (humanidade)
- Manter, Relação com a boneca, escrever e rasgar os papeis.
- Otávia, manter as medalhas, risada desconstruída, espelho.
5o Grupo: William e Elena
- Manter giz, dia está vivo, William manter toda a performance.
- Elena não fala nada, sem texto, imagem de se enrolar toda cheia de pano, trazer p você e oferecer p público.
- Investigar o jovem e o mais velho.
2o ETAPA INVESTIGAÇÃO.
O cotidiano da cidade de São Paulo.
Dividir em grupo e trazer elementos de investigação, cenas que te afetam, pressa, espera, trânsito, imagens ,fotos, cenas, coisas que acontecem com vocês. Selecionar coisas para trazer para o teatro como coisa viva de performance de cena.
Investigar tudo em SP todos os horário, manhã, tarde e noite. Todas as zonas, norte e sul, leste e oeste. Cracolândia. Ter o belo e o oposto. Tudo acontecendo na mesma hora, ao mesmo tempo, um se divertindo e um chorando, essa coisa híbrida São Paulo. Trazer tudo, elementos, musicas, vídeos fotos.
DIVIDIR EM 3 GRUPOS
Em roda, relatar, conversar sobre, trazer suas imagens, suas coisas, juntar tudo e pensar em como fazer essa cena.
Para ajudar:
- Texto sobre o filme “O Lamento da Imperatriz”.
- Cenas fragmentadas do cotidiano, numa narrativa não linear, tudo como cenário a cidade de SP.
- O homem contemporâneo na suas emoções e instintos.
- Como as estações do ano afetam a cidade e afetam esse cotidiano.
O cotidiano da cidade de São Paulo.
Dividir em grupo e trazer elementos de investigação, cenas que te afetam, pressa, espera, trânsito, imagens ,fotos, cenas, coisas que acontecem com vocês. Selecionar coisas para trazer para o teatro como coisa viva de performance de cena.
Investigar tudo em SP todos os horário, manhã, tarde e noite. Todas as zonas, norte e sul, leste e oeste. Cracolândia. Ter o belo e o oposto. Tudo acontecendo na mesma hora, ao mesmo tempo, um se divertindo e um chorando, essa coisa híbrida São Paulo. Trazer tudo, elementos, musicas, vídeos fotos.
DIVIDIR EM 3 GRUPOS
Em roda, relatar, conversar sobre, trazer suas imagens, suas coisas, juntar tudo e pensar em como fazer essa cena.
Para ajudar:
- Texto sobre o filme “O Lamento da Imperatriz”.
- Cenas fragmentadas do cotidiano, numa narrativa não linear, tudo como cenário a cidade de SP.
- O homem contemporâneo na suas emoções e instintos.
- Como as estações do ano afetam a cidade e afetam esse cotidiano.
BOA PESQUISA!!
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